segunda-feira, março 03, 2008

Pássaros de Luz: Celebração do Solstício de Verão


DANÇAS DE HATHOR CELEBRANDO O SOLSTÍCIO DE VERÃO
Hathor, Deusa egípcia do Amor e da Beleza, é a Mãe-Divina, a Força Vital Universal que se manifesta, é o Princípio Espiritual expresso sob a forma feminina - o Amor. Ela é a Senhora do Amor alquímico, da transformação do ser pelo Amor profundo.
Hathor, “A Resplandecente”, é a protectora das mulheres, é a Senhora que cura pela dança, canto e música, que, através do êxtase, obtido na embriaguez dos sentidos, conduz à comunhão com o Divino dentro de nós.
«Do êxtase eu vim, no êxtase eu vivo, e em teu sagrado êxtase eu voltarei a me fundir.» Yogananda

ÍRIS E ALUNAS, CONVIDADA HELENA MADEIRA
MOSTRA DE TRABALHOS 2008
6 de Julho, Teatro Ibérico


Veja as fotos em: www.womenwithmoonlighteyes.blogspot.com

Lua: Primeira Parte- Estrelas na Noite
Todas
- O Canto da Guerreira Helena e Íris
«…entre rios sinuosos nascem marés inauditas»
- Uma janela para o Deserto
Emília Silva, Joana Martins, Caroline Carp, Catarina Morato, Susana Luis
com projecto Atma: Jorge Machado, Gonçalo Bacalhau, Hugo Claro
«O espírito é o primeiro a nascer, e por diversas vezes se revela em ser sobre ser e demais, na esfera da espera que é a Terra»
- Despindo os véus« e em cada porta do sub mundo Isthar despiu e deixou para trás um véu de ilusão…»
Andreia Guerreiro, Cláudia Sequeira, Clara Pinto, Il Haam, Sofia Matinhos, Raphaelle Noden, Sandra Freitas, Teresa Tavares, Sandra Santos, Emília Silva, Joana Martins, Caroline Carp, Catarina Morato, Susana Luis
- O Mar Chetna e Íris
«a sereia canta, desperta o ser profundo, revela-nos a nós mesmos, e não há retorno ao que foi, apenas existe o que é…»
- Sal da Terra Mª João Ramalho, Rute Marreiros, Inês Silva, Ana Borges e Teresa Tavares
- Era a voar que nos entendíamos. Queríamos chegar ao ponto mais alto. Catarina
»Já em criança percebia isto; de outra maneira – percebemos logo as coisas que nascemos para perceber, poucas e difíceis (pelo menos no meu caso). Cabe-nos um enigma específico, um sentimento, uma obsessão e um desbravar. Temos é pouco tempo e demasiado medo:» Inês Pedrosa
-Hathor Raphaelle Noden e Sofia Matinhos
"A de grande Amor da Vaca e da Lua. Quando a borboleta bate as asas entre os cornos da Grande Mãe, o coração voa e inspira a transformação... entretanto, Hathor expira..."
- Oriente e Ocidente Il Haam e Cíntia Matias
Os leques chineses agitam as energias e geram uma brisa que envolve de Amor e Paz, quem tem o privilégio de a sentir...É a universalidade da dança unindo o oriente e o ocidente, complementando-os e reforçando o que cada um tem de melhor.
- Pássaro do Mar Íris e Raphaelle
«Hei-de voar, hei-de mergulhar até ser infinita, até sermos um, neste Amor que nos respira!»
- Aimer a perdre la raison Il Haam
- Lama Bada
"Lama Bada yatathanna" é uma composição muito antiga e famosa do período Andaluz (quando os árabes dominavam em Espanha, período mourisco, entre os sec IX e XV). Este estilo de canção, conhecido como Muwashah desenvolveu-se nessa fase. A canção é poesia “ghazel” típica, esta poesia é romântica e descreve as belezas e dons do ser amado.
Quando ela se balança docemente
Quando a ninfa que tece as finas teias aparece
A beleza da minha amada leva-me à distracção
Entrega, Entrega
Quando sou tomado por um olhar breve
A beleza da minha amada é um ramo suave agitado pela brisa
Entrega, Entrega
Oh meu destino, minha perplexidade
Ninguém consegue confortar-me na minha tristeza
No meu sofrer e no meu lamento por Amor
A não ser aquela que é parte da bela miragem
A beleza do meu amor leva-me à distracção
Entrega, Entrega
Ana Viegas, Alexandra Corte-Real, Alexandra Schutz, Leonor Tenreiro, Ana Luísa Coelho, Carla Morais, Cíntia Matias, Denise Mesquita, Helena Araújo, Teresa Freitas, Vera Silva, Vitória Gonçalves, Il Haam, Rosário Baeta, Teresa Tavares, Susana Luís, Mª João Ramalho, Rute Marreiros, Inês Silva, Ana Borges, Helena Silva, Ana Maria Sarmento, Catarina Morato, Chetna, Clara Pinto, Maria Moreira, Maria Ramos, Inês Parente, Sandra Leitão, Sandra Santos, Sofia Casimiro, Sofia Matinhos, Susana lanceiro, Susana Marques, Ana Margarida Almeida, Elsa Mariano, Marta leitão, Susana Vaz, Olga Pereira, Raphaelle Noden
- Ama Íris
Em Tibetano e em muitas línguas da Ásia, Ama significa Mãe. Ama é a que cuida, protege, guia, a que olha por nós. A que nos lembra ora de forma doce, ora austera, que temos poder, que somos imensos, que existimos! Esta é uma oração dançada
à Mãe cósmica, e a todo o sagrado que somos.
- Perpétuo Movimento«Mais doce, mais suave, mais profundo» Giro de inspiração Sufi
Ana Caeiro, Alexandra Corte-Real, Caroline Carp,Carla Morais, Joana Martins, Margarida Baeta, Rosário Baeta, Susana Luís, Cristina Coelho, Cláudia Sequeira, Iris

Sol Segunda parte:- A Amante Iris
- Rosa de Luz suspensa Helena Madeira
- Vermelho Profundo Cristina Coelho e Cláudia Sequeira
- Suspensa numa teia de Luz Sofia Matinhos
Quando o caminho se faz tão devagar, tão devagar... para que nada, por dentro ou por fora, se parta; para que os finos fios sobre os quais caminhamos nos permitam, enfim, a passagem.
- Asas do Fogo e da Terra Chetna
- O Fogo Alexandra Corte Real e Margarida Baeta
- Elden Ele : Flores de Mão em mão
Dança Clássica Oriental, Turquia
Íris, Ana Filipa Quinas, Andreia Guerreiro, Cláudia Sequeira, Cristina Coelho, Emília Silva, Caroline Carp, Il Haam, Clara Pinto, Miná Resende, Sandra Freitas, Sandra Santos, Sofia Matinhos, Susana Luis
- A Intimidade da Dança Teresa Tavares
- Correntes do Nilo Andreia e Clara
- Ventre (e)terno Teresa Tavares e Sandra Freitas
- My red scarf Inês Parente
Estilo Bollywood
- Lalalala Lililili Raphaelle Noden
Quando o Sol faz Amor com a Lua, o vento dança a vida sobre a nossa alma, que respira felicidade.
- Baubo
Baubo é a divindade do riso, da sexualidade feminina assumida, livre, alegre e da amizade. A sua sabedoria reside na liberdade de expressão, na desmistificação de acontecimentos pelo humor, e pelo poder curativo do riso, bem como na sexualidade natural, absolutamente livre de complexos e limitações e bem humorada (sorridente;)). Baubo ri sonoramente, e é um arquétipo que incentiva ao prazer para que a alma possa expandir-se.
Ciftitelli: dança oriental grega
Andreia Guerreiro, Cláudia Sequeira, Cristina Coelho, Emília Silva, Caroline Carp, Il Haam, Sandra Santos, Sofia Matinhos, Susana Luís, Raquel Silva, Rita Serra, Maria Moreira
- Amor de Sol ardente Sandra Santos
- Salamat
Salamat significa paz, bênçãos, o desejo de boa saúde
A simbólica do bastão - vitalidade do homem, fertilidade, regeneração e ressurreição - está ligada com a do Fogo : “o Fogo (espírito) brotou do bastão”. Tal como a lança, o bastão foi comparado a um falo.
Ele é o cajado que ajuda os pastores a orientar e conduzir o rebanho, ele é a estaca que penetra a terra abrindo a fenda onde será colocada a semente, ele é o ceptro dos reis e faraós, representado a varinha mágica da sabedoria, ele é o apoio dos peregrinos e dos anciãos, ele é a arma de luta dos guerreiros.
Esta dança é Al Assaya, uma forma feminina de saidi (folclore do Sul do Egipto), que caricaturiza a dança marcial Tahtib, que consiste numa luta com bastões. Esta é a sua forma leve e jovial.
Ana Caeiro, Alexandra Corte-Real, Caroline Carp,Carla Morais, Cíntia Matias, Joana Martins, Margarida Baeta, Susana Luís
- A Anciã e a libertação Íris
«Mas é nesta solidão que as actividades mais profundas têm início.
»È aqui que se descobre a acção sem movimento, o trabalho que é um repouso profundo, a visão na escuridão, e, além de todo o desejo, uma realização em êxtase cujos limites se estendem ao infinito» Transe berbere
- Celebração
Todas

Íris agradece:Ás maravilhosas Irmãs que cuidam de mim a cada dia (Rosário, Margarida, Helena, Chetna, Raphaelle, Catarina, Sofia, Il Haam, e tantas outras!), a esta tribo tão resplandecente de Mulheres Infinitas, Pássaros de Luz de asas coloridas, que me ensinam todos os dias a dançar a vida, cada dia com maior Amor, Sabedoria e entrega, minhas alunas tão belas em todos os sentidos!!! À minha Família, e aos ancestrais que lhe deram origem, à minha Avó que partiu e nos ensinou a cantar o fim como um início. Ao Baltazar por estar sempre presente, ao Xav por ser um pássaro e a todos aqueles que fazem parte da minha alma.
Ao Templo que é o Teatro Ibérico e ao incansável Fernando.
À Mãe, que nos nutre, cura e inspira, que nos ensina a ser sagradas , selvagens e nuas, vivendo em verdade. A todas as tantas Mulheres que cada uma de nós é, e aos encontros maravilhosos de todas nós dentro de nós e umas com as outras

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